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Bastida Desenhos Têxteis é uma empresa de "Criação e Desenvolvimento de Desenhos" e não realiza serviços de estamparia.
Seguem algumas informações sobre esta interessante
e magnífica área.
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Criação e Desenvolvimento de Desenhos |
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A Criação de Desenhos Têxteis segue duas linhas: acompanham as tendências e idéias do mercado da moda e/ou inspirações empresariais de quem dita a moda.
Sua Criação e Desenvolvimento hoje são feitos em Computação Gráfica, embora alguns desenhos possam ser feitos utilizando técnicas manuais.
Existem vários programas gráficos que podem ser utilizados para desenvolver os desenhos, mas a arte, o estilo, a experiência e o conhecimento das técnicas sempre serão indispensáveis.
Rapport com talento e elegância, os traços suaves e livres, com bom gosto, os motivos com movimentos naturais e as combinações nas cores exatas, fazem dos desenhos têxteis a beleza que nos encantam até hoje, nos inspirando com seu poder de sedução e beleza.
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Informações sobre Quadro, Cilindro e Digital
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A Estamparia a Quadros se utiliza de armações com telas de nylon de diferentes perfurações.
Cada quadro corresponde a uma diferente cor do desenho e seu conjunto forma a sua totalidade. Dos três, é o mais antigo e utilizado processo.
Para se gravar um desenho num quadro se utilizam dois processos: o digital, onde o desenho é gravado diretamente na tela e o manual, com o uso de fotolitos.
Cada método de estamparia tem sua razão de ser e um não substitui o outro na sua execução, seja em qualidade, quantidade ou efeito.
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O processo de Estamparia de Cilindros se utiliza de anéis de metal e cilindros de níquel com diferentes perfurações, cada um dos cilindros correspondendo a diferentes cores do desenho, formando as mais lindas e inúmeras padronagens que conhecemos.
Para se gravar um cilindro, o processo pode ser digital usando gravadoras a laser, cêra ou manual utilizando fotolitos.
A estamparia de cilindros geralmente é utilizada quando a quantidade de tecido a ser estampada é muito grande e com pouco prazo para sua execução.
É o processo considerado o mais rápido. Acredito que cada processo de estamparia sobreviverá individualmente, pois sua velocidade e resultado estampado são totalmente diferentes.
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O processo de Estamparia Digital é todo informatizado e o seu desenho é transportado
diretamente, não se utilizando de quadros ou cilindros, sendo tais desenhos transferidos para o substrato diretamente do programa têxtil para uma impressora industrial.
Sua aparência após estampado é a de quadricromia. Suas cores são formadas pelos pixels em jatos de tinta e podem ser estampados praticamente todos os tipos de desenhos que se desejar, os de qualquer padronagem que conhecemos em estamparia e inclusive ou principalmente os formados por fotos e/ou ilustrações com todas as cores possíveis.
Por todas as possibilidades é o processo mais lento e porisso usado para desenhos difíceis, com inúmeras cores, desenhos fotográficos, exclusivos ou de pouca quantidade.
Sua qualidade é excelente e seu toque é somente o do tecido, como os do processo transfer.
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Michel Maffesoli realiza palestra no SCMC, em Blumenau
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Michel Maffesoli |
A ABIT, por meio do Texbrasil, Programa desenvolvido em parceria com a Apex-Brasil, trouxe o sociólogo Michel Maffesoli para realizar palestra no Tabajara Tênis Clube, em Blumenau (SC), no dia 8 de setembro. A iniciativa integra as atividades do projeto Santa Catarina Moda Contemporânea (SCMC), que já está na quarta edição. Mais de 550 pessoas entre empresários, estudantes e professores participaram da conferência “Le devenir mode du monde”.
"Vivemos uma quebra de paradigmas no nosso tempo. Estamos assistindo ao fim de um paradigma e ao começo de um novo", disse o sociólogo e professor da Universidade Sorbone, em Paris, na França, Michel Maffesoli
Durante quase uma hora de exposição, o professor levantou questionamentos e fez e analisou as perspectivas da humanidade diante das expressões culturais. “"Hoje a cultura existe através da manifestação corporal, do culto ao corpo. O mesmo corpo que antes era visto como marginal, feminino e oculto torna-se um objeto de adoração, uma obra de arte. Hoje a estética nos toma mais tempo que outros pensamentos", refletiu o palestrante.
Michel Maffesoli é considerado um dos maiores pensadores do século e ainda está em atividade, lecionando e escrevendo. Seu discurso é provocativo e não fornece teorias prontas, convida seu ouvinte a pensar e questionar os próprios valores. "O curioso é que mesmo com o momento de crise mundial, se vive um período de luxo, onde essa sensação de tudo que é luxuoso cristaliza o mundo. Podemos ser mais atentos à superficialidade das coisas e perceber que o luxo é contrário de tudo que é funcional e simples", afirmou Maffesoli.
Ainda durante a palestra, o docente comentou sobre a posição do Brasil na pós-modernidade. “Venho ao País há 25 anos e diria que o Brasil me ensinou muito. Hoje digo que ele poderia ser o laboratório da pós-modernidade. A mestiçagem é uma das características da pós-modernidade e o Brasil tem a força dessa mistura”, ressaltou. “No entanto, não poderia definir pós-modernidade. É apenas uma metáfora, uma palavra provisória. Trata-se de uma sinergia entre o arcaico e o desenvolvimento tecnológico”, complementou. Logo após a palestra, Michel Maffesoli autografou alguns dos seus principais livros publicados no Brasil.
No dia seguinte, também no Clube Tabajara, o sociólogo participou de um debate com professores das principais instituições de ensino de Santa Catarina e empresários que integram o SCMC. Entre os temas discutidos, Maffesoli enfatizou a relação entre homem e trabalho. “Não perca a sua vida ganhando-a”, alertou para o equilíbrio entre o qualitativo e o quantitativo. Mais uma vez, o professor voltou a defender a idéia de que o Brasil deve ser considerado no contexto da pós-modernidade. “O movimento “Mangue Beat” é um ótimo exemplo disso. Estamos num momento de “bricolar””, citou.
Atualmente, Michel Maffesoli é diretor da Societés, revista de ciências humanas e sociais, dirige o Centre de Recherche sur l’imaginaire e também é administrador do Centre National de La Recherche Scientifique.
O docente esteve em Blumenau através do Santa Catarina Moda Contemporânea, um projeto que reúne 15 indústrias catarinenses (Hoepcke Bordados, Dudalina, Marisol, Hering, Buettner, Oxford, Lancaster, RenauxView, Tecnoblu, Dalila Têxtil, Villa, Renaux Blue Label, TKT’s, Per Te e Iria), além de 14 instituições de ensino, entre Furb, Udesc,Univali e as escolas SENAI de Criciúma, Blumenau, Rio do Sul, Jaraguá do Sul, São Judas Batista, Joinville e Brusque. A coordenação técnica é do estilista Mário Queiroz.
Em sua 4ª edição, o SCMC tem como base a união entre instituições de ensino, indústria e alunos. Além de palestras, workshops, encontros e reuniões, os alunos se envolvem com a empresa designada e desenvolvem coleções conceituais. Ao final de um ciclo de trabalho, os alunos apresentam os trabalhos em um grande evento patrocinado pelas empresas participantes. “O evento procura capacitar alunos de forma grandiosa; o caminho é: das escolas do Estado para nossas empresas”, declarou Jaison Bogo, presidente desta edição do SCMC.
.................................................................................................................................................Fonte ABIT
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