Kabir

Kabir nasceu
em Benares
em 1440; morreu em 1518.
Tornou-se um ícone das poesias místicas da Índia.
   
SOM



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A região central do céu,
onde o espírito tem morada,
resplandece com a música da luz.
Lá, onde floresce uma música branca e pura,
deleita-Se meu Senhor.

Ante o fantástico fulgor
que irradia cada pêlo
de seu corpo, apagam-se
as luzes de milhões de sóis
e de luas; naquelas margens há uma cidade
onde chove néctar sem cessar.

Kabir diz:
“Vem, ó Dharmadas! e contempla
o triunfo de meu grande Senhor”.
Ó MEU coração! o Espírito Supremo,
o grande Mestre, está junto de ti: despertai!

Arroja-te aos pés de teu Amado, pois teu Senhor encontra-se
à tua cabeceira. Tens dormido por séculos incontáveis;
não queres despertar esta manhã?


Cem Poemas - Attar Editorial